quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Documento histórico - reflexo do 25 de Abril de 1974 em Angola

TÁ COMPLETAMNENTE SENIL ESTE HOMEM...Cavaco: portugueses esqueceram o mar, a agricultura e a indústria - Economia - PUBLICO.PT



Cavaco: portugueses esqueceram o mar, a agricultura e a indústria - Economia - PUBLICO.PT
Cavaco Silva falava, esta quarta-feira, na sessão de abertura do Congresso das Comunicações, subordinado ao tema "Um Mar de Oportunidades" – uma inspiração nos recentes apelos do chefe de Estado, admitira, pouco antes, o presidente da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações (APDC), Pedro Norton.

“Numa altura em que urge criar riqueza no país e gerar novas bases de crescimento económico, é necessário olhar para o que esquecemos nas últimas décadas e ultrapassar os estigmas que nos afastaram do mar, da agricultura e até da indústria”, disse o Presidente, que também foi primeiro-ministro entre 1985 e 1995. O país tem que voltar a focar-se nesses sectores para produzir “em maior gama e quantidade, produtos e serviços que possam ser dirigidos aos mercados externos”, apelou.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

O cinema independente está em vias de extinção - Cultura - PUBLICO.PT

O CINEMA QUE FORMOU GERAÇÕES


O cinema independente está em vias de extinção - Cultura - PUBLICO.PT

Richard Peña é um dos programadores de cinema mais importantes do circuito mundial
Richard Peña é um dos programadores de cinema mais importantes do circuito mundial (Rui Gaudêncio)

Hoje, é impossível caracterizar o cinema independente”, dizia Richard Peña, na sexta-feira, a um grupo de alunos da Escola Superior de Teatro e Cinema na Amadora (ESTC). “A perspectiva [do cinema independente] era clara: criar uma alternativa ao que Hollywood oferecia. Foi assim desde os anos 20 até aos anos 80. Depois, os independentes perderam isso, e a vanguarda que existia deslocou-se para as galerias e os museus. Há pessoas que fazem os seus filmes, mas, como movimento de importância cultural, o cinema independente já acabou.”                           

DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA É FERIADO NO BRASIL

♪ ...Branco, se você soubesse o valor que o preto tem. Tu tomavas banho de piche, branco e, ficava negrão também... ♪ 

O Dia da Consciência Negra é celebrado em 20 de novembro no Brasil e é dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira. A data foi escolhida por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695.

A lei 10.639, de 9 de janeiro de 2003, incluiu o dia 20 de novembro no calendário escolar, data em que comemoramos o Dia Nacional da Consciência Negra. A mesma lei também tornou obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira. Nas escolas as aulas sobre os temas: História da África e dos africanos, luta dos negros no Brasil, cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, propiciarão o resgate das contribuições dos povos negros nas áreas social, econômica e política ao longo da história do país.
♪ ...Branco, se você soubesse o valor que o preto tem. Tu tomavas banho de piche, branco e, ficava negrão também... ♪

O Dia da Consciência Negra é celebrado e...
m 20 de novembro no Brasil e é dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira. A data foi escolhida por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695.

A lei 10.639, de 9 de janeiro de 2003, incluiu o dia 20 de novembro no calendário escolar, data em que comemoramos o Dia Nacional da Consciência Negra. A mesma lei também tornou obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira. Nas escolas as aulas sobre os temas: História da África e dos africanos, luta dos negros no Brasil, cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, propiciarão o resgate das contribuições dos povos negros nas áreas social, econômica e política ao longo da história do país.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

I ENCONTRO IBÉRICO DE ORÇAMENTOS PARTICIPATIVOS


Odemira

Setenta autarquias do País viram aprovados, durante a última década, os seus orçamentos de forma participativa. A Câmara Municipal de Odemira foi uma delas, tendo acolhido o I Encontro Ibérico de Orçamentos Participativos. Durante dois dias Portugal e Espanha discutiram a reconstrução da confiança dos cidadãos e a qualificação da democracia.

Passar do protesto à proposta”

“Criar um espaço de encontro e cooperação entre as experiências portuguesas e espanholas no que se refere ao orçamento participativo” foi um dos principais objectivos deste Encontro, esclarece Nélson Dias, sociólogo, presidente da direcção da associação de desenvolvimento local In-Loco , uma das entidades promotoras do Encontro.

A partir da análise da trajectória do movimento dos orçamentos participativos (Ops) na última década em Portugal, Nélson Dias pode afirmar que as autarquias que aderiram a este instrumento foram em número de setenta, sendo que se desenvolveram maioritariamente em autarquias geridas pelo PS (42), pela CDU (12) e pelo PSD (11). O sociólogo realçou a existência de um eventual mimetismo na criação de Ops “já que se desenvolvem prioritariamente em autarquias vizinhas formando verdadeiros cachos”, frisou.

A Ernesto Ganuza, em representação do Instituto de Estudos Sociais Avançados, coube apresentar o estudo sobre a evolução dos diversos OPs em Espanha também durante os últimos dez anos, tendo destacado a drástica diminuição dos mesmos verificada em 2011. Desde que o País entrou em crise, os Ops, passaram de uma centena para uma dezena “o que pode parecer uma contradição já que os cidadãos se tornaram mais conscientes do seu papel de intervenção na sociedade”, acrescentou.

Segundo Ernesto Ganuza, os Ops “são uma ferramenta importante que permite um processo de democratização cidadã e promove a cultura política local, permitindo passar do protesto pelo protesto à proposta e do debate informal ao debate formal”. O especialista relacionou a existência de Ops com a necessidade de inclusão, analisando os níveis de participação dos cidadãos consoante a idade, o nível social e os partidos políticos a que pertencem, bem como os partidos políticos que detêm as autarquias que aderem a este instrumento.

Na opinião de Ganuza, “amanhã é tarde para começar” novos projectos de Ops, pelo que – interpelando os presentes no Encontro – apelou a que reflectissem no actual contexto em que são visíveis “uma forte desconfiança nas políticas institucionais; uma fraca credibilidade dos orçamentos da Administração Central; verificam-se procedimentos e decisões com critérios parciais de distribuição e , ainda, uma nova cultura de participação nascente do novo momento político”.

Ver mais aqui

PORQUE SUBSESCREVI O MANIFESTO "POR BEJA COM TODOS"

Acredito que a minha experiência profissional e as minhas vivências, assim como as de todos os bejenses que connosco queiram colaborar, podem contribuir para construir um Projecto Alternativo Independente, com a colaboração de outros técnicos, políticos e outros grupos de cidadãos.
Acredito numa “sociedade inclusiva” e que é possível criar condições locais para desenvolver um debate em torno deste objectivo que venha a enriquecer-nos colectivamente. É urgente que as políticas públicas se voltem para a equiparação de oportunidades nas escolas, no acesso à formação e ao trabalho, nas repartições e espaços públicos e no acesso a bens comuns como a cultura e a recriação, com respeito pelos direitos e liberdades fundamentais, diversidade cultural e religiosa, colocando a justiça social e as necessidades especiais de grupos marginalizados no topo das suas preocupações.


Acredito que a democracia participativa é um instrumento poderoso ao serviço da democracia e pode contribuir para trazer de novo os cidadãos à participação política.


Acredito que podemos criar um espaço de diálogo combatendo a discussão estéril e provocatória. Acredito que conseguiremos elevar, pelo exemplo, o nível de debate político na nossa cidade e no nosso concelho. Acredito que é possível criar uma frente alargada preocupada com um futuro “mais amigo dos cidadãos”, “mais amigo do ambiente” e mais “amigo das empresas” se soubermos colocar em primeiro plano interesses colectivos locais e regionais.
ver mais aqui