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terça-feira, 15 de março de 2011

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Oliveira e Costa lucrou 8,7 milhões num único dia - Portugal - DN

 AGORA PAGA ZÉ NINGUEM...



O currículo e as companhias fizeram dele um génio...

O currículo
... 
Após uma passagem pela Companhia Portuguesa de Celulose, Oliveira e Costa entrou para os quadros do Banco de Portugal, dos quais fez parte até 1991.
Tendo aderido ao PSD após o 25 de Abril, foi convidado em 1985 por Cavaco Silva para secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, durante o X Governo Constitucional, trabalhando com o ministro das Finanças Miguel Cadilhe.
Oliveira e Costa saiu do Governo em 1991, passou pelo Banco Europeu de Investimentos, onde representou Portugal, voltando a Portugal em 1994, para exercer a presidência do Finibanco.
Em 1998, deixou o Finibanco e assumiu a presidência do Banco Português de Negócios, pondo em prática uma estratégia de crescimento agressiva, aumentando a rede de balcões da instituição e investindo nos mais diversos sectores de actividade, dos cimentos aos polímeros.

Olhem só o lucro do homem num só dia e até declarou mais valias e não houve finanças que o topassem!!!Dificil!! Experimenta lucrar qualquer coisinha de jeito e vais tê-los `a porta...

Uma operação de compra e venda de ações da SLN permitiu ao antigo presidente da holding que detinha o BPN, Oliveira e costa, lucrar 8,7 milhões de euros num único dia, foi hoje revelado em tribunal.

Oliveira e Costa lucrou 8,7 milhões num único dia - Portugal - DN
 

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

JORGE CASTANHO EXPÕE






espaço de venda e exposição:
rua dos navegantes 58b, 1500 lisboa
atelier aberto de quinta a sábado das 15 às 19h
910478694
para receber actualizaões do site envie um e-mail com "news" no assunto.


sábado, 27 de novembro de 2010

A PERCA DE UM AMIGO

Ontem faleceu um dos amigos de  infância, talvez "o" amigo de infância. Meu companheiro de carteira e elo de ligação com aquela aldeia e com aquele tempo. Com a sua morte acabou-se a cumplicidade em torno das traquinices desse tempo. Ele era a ida aos pardais, os passeios no campo e mais tarde as primeiras leituras da "seara nova", os livros proibidos, as conversas na juventude sobre a guerra colonial e o fascismo. Apesar de cada um ter seguido rumos diferentes sempre nos mantivemos em contacto, mesmo quando se passavam anos sem nos vermos. E quando nos víamos era sempre uma festa. Petiscos, bom vinho da terra e sobretudo recordações dos amigos, e das gentes boas da terra. Tudo era passado em revista. Sempre que vinha da casa dele vinha mais feliz, mais leve e com projectos de ai retornar. Desta vez não vai ser mais possível. Fico triste por isso e estou certo que muitas mais pessoas estarão comigo pois o José era mesmo assim: bom, simples, cuidadoso e sobretudo amigo.jr